Teve, por Unidade mobilizadora, o Regimento de Artilharia Ligeira 1, de Lisboa. Constituído por três Companhias operacionais e uma de comando e serviços - C.ART 738, C.ART 739, C.ART 740 e CCS - desembarcou em Luanda no dia 18 de Janeiro de 1965. Regressou à Metrópole em 1967, aportando ao cais da Rocha do Conde de Óbidos a 9 de Março.

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sábado, 4 de agosto de 2012

In Memoriam --- Cel. Fernando José de Almeida Mira


Regimento de Artilharia Ligeira 1

Numa manhã de Setembro de 1964, eventualmente uma segunda-feira, apresentei-me no Regimento de Artilharia Ligeira 1, na Encarnação, em Lisboa, mobilizado para servir no Ultramar. Julgo ter lá chegado cerca das 9 horas da manhã, depois de uma viagem de comboio até Santa Apolónia e de outra, de táxi, para o Regimento. Na Messe, encontrava-se apenas, um Oficial, salvo erro ainda vestido à civil, com quem entabulei uma conversa de circunstância, mas, poucos minutos depois chegou um outro que foi recebido pelo primeiro com um sonoro "Rúbi" de amizade e de camaradagem. Eram os Capitães de Artilharia, Fernando Mira, e Rubi Marques, ambos mobilizados para o mesmo Batalhão, velhos amigos do mesmo curso da Academia Militar.

Ao longo das horas foram chegando outros Oficiais e um número grande de Aspirantes, alguns dos quais já conhecia. Alojados e fardados, reunimo-nos, de novo, na Messe e, a determinada altura, um Major (era o Major José Francisco Soares, o 2º. Comandante) informou-nos da razão da nossa presença ali: iria ser constituído o Batalhão de Artilharia 741. Apresentou-nos, de seguida os Comandantes das três Companhias operacionais que o constituiriam e, contrariando o uso habitual, sugeriu que fossem os Aspirantes a escolher os respectivos Comandantes. A minha escolha recaiu no CapArt Fernando Mira, precisamente aquele mesmo Oficial que se encontrava na Messe quando cheguei, facto que, inequivocamente, pesou na decisão.

O CapArt Fernando Mira, mais idoso do que os seus Aspirantes uma boa dúzia de anos - éramos, então, uns "miúdos" de 20 e poucos anos - senhor de forte personalidade, com grande experiência militar - combatera no Estado Português da Índia, aquando da invasão, e lá ficara prisioneiro - assumiu, com naturalidade a liderança do seu grupo de oficiais, sempre preocupado com a disciplina e o treino da tropa. O programa de treino, certamente delineado minuciosamente pelo Comando , era, sempre que possível, discutido entre nós, sobretudo no que respeitava às características próprias da Infantaria, que ele, como artilheiro, conhecia menos bem. Nenhum de nós tinha qualquer experiência de luta anti-guerrilha, razão pela qual nos valíamos dos manuais existentes e de toda a sorte de artigos publicados no Jornal do Exército. A nossa (pequena) experiência de duas recrutas e de uma especialidade de atiradores foi a trave-mestra na orientação da tropa entretanto chegada.

Uma das primeiras medidas por ele determinadas foi a selecção do pessoal para cada um dos futuros Pelotões. Após a exclusão dos soldados que a Lei protegia de eventual mobilização, isto é, aqueles que eram amparo de mãe ou tinham irmão no Ultramar, seguiu-se a distribuição de 25 militares para cada um dos três primeiros Pelotões, ficando o restante pessoal sob a minha responsabilidade para os treinos de armamento pesado, e para as acções de "guerrilha" que eu exercia com grande independência na actividade de campo. Estes militares foram, mais tarde e no seguimento do plano delineado pelo Cap Mira, trocados por elementos dos outros Pelotões, de modo a constituir quatro grupos de combate com efectivos de capacidade semelhante. A procura da eficácia da sua tropa era uma das características mais marcantes do comando do Cap Mira.

A instrução prosseguiu sem sobressaltos. Terminado o tempo a ela destinada, durante o qual nos foi dado conhecer, cada vez melhor, o Comandante que escolhêramos, descobrindo, dia a dia, as elevadas qualidades que possuía, iniciou-se a Instrução de Aperfeiçoamento Operacional, período durante o qual haveríamos de receber os "especialistas" isto é, os condutores, os enfermeiros, os cozinheiros, enfim, todos quantos, sendo necessários à actividade operacional, não estão ligados directamente a ela. Por meu mal não estive presente nesta fase por ter adoecido gravemente e ter sido internado no Hospital Militar do Porto, nele tendo permanecido, até à completa recuperação já depois do Batalhão ter chegado a Angola.

Durante o meu internamento, recebi algumas chamadas telefónicas do Cap Mira, preocupado com a minha saúde. A última vez que o fez foi já próximo da data do embarque, pois teria que decidir pela minha continuação na Companhia ou pela minha substituição. Reiterou o seu interesse em que eu me juntasse à Companhia, pois "reconhecia as minhas qualidades, sobretudo militares". Assegurei-lhe que, tão depressa tivesse alta, assim me prepararia para embarcar. Queria, não só reencontrar os soldados que, com tanto empenho, havia instruído, mas também continuar a servir sob o comando de quem eu aprendera a conhecer, a admirar, e, sobretudo, a respeitar.

Tôto

Regressei, de facto, à Companhia, mas apenas em Março de 1965, estava-se, então, no Tôto desde Janeiro. A Companhia tinha sofrido já duas baixas (uma das quais de um soldado do meu Grupo de Combate). O Cap Mira "proibiu-me" de ter mais baixas, tecendo todo um conjunto de recomendações nesse sentido. E, felizmente, assim sucedeu até Novembro do mesmo ano, altura em que, promovido a Major, se viu obrigado a deixar a Companhia. 

BAv aqui referida
A Base Avançada aqui referida

Todavia, o seu elevadíssimo sentido de Dever impunha-lhe a obrigação de manter uma actividade operacional intensíssima, tendo constantemente em acção pelo menos um Grupo de Combate, mas geralmente dois Grupos. Recordo-me de uma operação, cuja duração ultrapassou um mês - foi criada uma Base Avançada (BAv) com dois Grupos de Combate, de onde partiam pequenos grupos de soldados (5/6), sempre comandados por um oficial - de que ele próprio participou durante muitos dias. O seu exemplo era uma constante que nos incentivava a melhorar, cada vez mais, a nossa actuação. O seu amor à Pátria, o apurado sentido de Dever que lhe era quase inato, eram permanentemente afirmados, quer por palavras, quer pelos actos. Não dispensou o meu Juramento de Oficial que prestei, solenemente, no seu gabinete.

Nunca demonstrou qualquer receio perante o perigo. Sempre sereno, possuidor de um enorme auto-domínio em situações excepcionais, comandava com eficácia, no terreno. Constou - não estive nessa operação - que chamou à atenção do seu ordenança/guarda costas, que o tratara pelo nome, sob fogo inimigo, dizendo, para quem o quis ouvir, que preferia morrer como Capitão do que ser tratado por Mira.

Sempre que podia, chamava-nos à atenção para o desleixo de alguns soldados, com a frase que lhe era habitual: "a bandalheira começa no barrete". À semelhança de um personagem de um romance de H. H. Kirst para quem só havia soldados fardados ou não fardados, sendo inconcebível soldados mal fardados, queria dizer, na sua, que o desleixo da tropa tem um começo insignificante mas, se tal consentirmos, vai aumentando e progredindo até às situações mais impróprias.

A Nova Sanzala



Actuou junto das populações, de modo muito relevante, no âmbito da Acção Psico-Social. Decidiu construir uma nova Sanzala, com um mínimo de qualidade e de condições sanitárias. Com a colaboração entusiasta do AlfMil Palaio, criou-se uma enorme lavra de frescos, num local muito fértil devido, sobretudo, a um pequeno ribeiro que por lá passava. Nomeou, para a supervisão, dois soldados, com grande experiência naquele tipo de trabalho. Ambas as margens foram divididas em talhões que foram distribuídos pela população (a dimensão do talhão variava em função do número de mulheres que compunha a família). Os frescos eram, sobretudo, para consumo do quartel, mas pagos, de maneira justa, aos produtores. Parte da receita era guardada para liquidação dos custos da cobertura das novas casas, bem como das portas e janelas que, entretanto, uma equipa de soldados, que, na vida civil, eram carpinteiros, começara a fabricar em Carmona.

Entretanto, localmente, cada família ia preparando os seus adobes com os quais a equipa de trolhas iniciou a construção das paredes. Quando chegaram as portas e as janelas, bem como as chapas da cobertura, as casas estavam praticamente prontas.
Não chegou a assistir à festa da inauguração da sanzala, pois, entretanto, foi promovido e colocado em Nova Lisboa. A população inteira organizou-lhe uma festa de despedida como, certamente, nunca por lá se vira, antes!

A Festa de Despedida na Sanzala




E, no dia seguinte, a população voltou a manifestar o seu apreço indo despedir-se, em massa, ao aeródromo de manobra nº. 2, alguns ainda levando frangos e leitões para lhe oferecerem. Obviamente, teve que recusar tudo aquilo, mas foi comovedora aquela espontaneidade.


Última Formatura e Louvores

Ultimo dia na CArt 739 - 22 de Novembro de 1965 - falando à tropa, em parada antes de iniciar a entrega dos louvores
Passando revista à tropa em parada


No dia imediatamente anterior à sua partida, a tropa formou em parada, de farda amarela, para a despedida oficial. Louvou os Oficiais e alguns Sargentos e Praças, entregando, a cada um, durante a formatura, um documento que era a cópia cuidadosamente dactilografada dos louvores referidos. No dia seguinte, quase toda a tropa se deslocou ao A.M nº. 2 despedindo-se, com grande pena, do Comandante que todos respeitavam, como se respeita um Pai.

20 Anos Depois

Apenas voltei a vê-lo cerca de uns 20 anos depois quando o procurei, no Luso, numa tentativa de apressar a transferência do meu filho mais velho, de uma unidade para outra, na Região Militar onde ainda exercia funções. Voltei a revê-lo, salvo erro em 1988, quando me ofereci para o transportar para uma confraternização do Batalhão, em Santarém, o que se repetiria durante uns anos mais.

Um dia, tanto quanto sei, os organizadores da confraternização da altura, remeteram-lhe, pelo correio, os elementos necessários à organização dos convívios. Contactou-me no sentido de eu organizar a daquele ano, sugerindo mesmo um restaurante na barragem da Aguieira. Acedi, e, um belo dia, decidimos-nos a visitar o restaurante em questão e combinar o evento, que foi um êxito, reunindo um número de convivas nunca visto até então. Desde aí, assumi a responsabilidade da organização das confraternizações do BArt até ao presente.

Confraternização em 1996

Confraternização de 1999. Com o seu Amigo de sempre, Cel. Amaro (CArt 740)

Confraternização de 2004

 Confraternização de 2011
Confraternização de 2011
Confraternização de 2011
Confraternização de 2011

Sempre que lhe era possível - e quase sempre o foi - esteve presente nelas. À custa destas presenças anuais, acabámos por reforçar a amizade vinda dos tempos do Ultramar. Para ele, os convívios estavam sempre excelentes, nunca me criticou, bem antes pelo contrário, não poupava elogios que eu sei não serem sempre merecidos. Levava isso à conta da muita amizade com que me honrava. Pelo Natal, nunca era esquecido o telefonema de Boas-Festas, que justificava sempre uma boa meia hora de conversa.

No Verão de 2000 uma organização de antigos habitantes de Cubal - onde permaneci algum tempo, quase no fim da minha comissão - realizou um encontro-convívio no Parque do Luso, ao qual compareci. Sabendo do caso, saiu à nossa procura pelo Parque, acabou por nos encontrar e obrigou-nos a "picnicar" em sua casa, a pretexto da chuva que caía. Acabámos por ficar até à noite, e só partimos depois do jantar.

Realizámos a confraternização deste ano na Casa São Nuno, em Fátima, em Março passado. Vejam-se, AQUI, as fotos do evento. O Cel. Mira esteve bem disposto, alegre e satisfeito como sempre que confraternizava connosco. Despedimos-nos na esperança de nos voltarmos a encontrar em 2013.

Infelizmente, tal não vai ser possível! No passado dia 2 deste mês, cerca das 10 horas da manhã, recebi uma chamada de um dos seus Genros, comunicando-me o infausto acontecimento: O Cel Mira acabara de falecer! A amargura foi demasiado forte, só comparável à que se sente quando se perde um Pai!

O seu funeral realizou-se no dia seguinte, isto é, a 3 de Agosto. Estive presente, tal como o Alferes Augusto, o Furriel Martins e o Soldado Atirador Gonçalo Almeida, representando também todos os militares da CArt 739 que não puderam estar presentes ou que eu não pude contactar.

Depois da Missa de Corpo Presente, a urna, coberta com a Bandeira Nacional, seguiu para o Cemitério do Luso, onde foi inumado em jazigo de família. As honras militares foram prestadas por um Pelotão de Para-quedistas. Baixou à terra vestido com a farda que sempre honrou!

Deus tenha a sua alma em paz!

J. Silva Pereira

quarta-feira, 9 de março de 2011

O Nosso Regresso - 44º. Aniversário


Faz precisamente hoje, dia 9 de Março, 44 anos que aportámos, vindos de Angola, ao Cais da Rocha do Conde de Óbidos.
Depois do desfile, na marginal, fomos transportados para o Regimento de Artilharia Ligeira nº. 1, na Encarnação, onde, após o almoço, e formados em parada, respondemos PRESENTE à chamada dos nossos mortos, cuja lembrança mantemos viva, não só aqui, neste blogue, em postais que vamos colocando anualmente nas datas respectivas, mas também nos momentos de silencio que nos habituámos a guardar nos convívios que, também anualmente, vamos realizando.
Será já no próximo Sábado (12 de Março) que comemoraremos o 44º. Aniversário do nosso regresso, concretizando o nosso 25º. Almoço de Confraternização. É um reencontro onde as recordações dos maus momentos por que passámos se intercalam com as dos bons que foram, talvez, mais ainda. Reencontro, também e sobretudo, de amigos cuja amizade se cimentou em dias de perigo, unindo-nos em laços de força tal, apenas compreensíveis por quem os viveu com intensidade idêntica.
VETERANO

quarta-feira, 31 de março de 2010

In Memoriam --- 06 - Fernando Babo


Dois camaradas, dois bons amigos

Fernando Babo e Carlos Fonseca

"O criador deste blogue comunicou-me há quatro dias que o meu antigo camarada Babo falecera em Setembro de 2009, conforme informação de sua filha Sandra.
Não o sabia doente e a informação teve o efeito de um inesperado murro no estômago. Decidi, então, alinhavar estas linhas evocativas da nossa vivência conjunta em Angola, e pedir o habitual e generoso acolhimento do “Veterano”.
Conheci o Fernando Babo – Fernando Pinto da Rocha Babo, de seu nome completo – quando, em Setembro de 1964, me apresentei no RAL 1, para integrar o BART 741, em formação.
Acabámos por ficar na mesma Companhia (a CArt 738) e fomos cimentando uma camaradagem ao longo do tempo que acabou por nos tornar amigos. De resto, não era difícil ser amigo do Babo. Creio que não havia um único militar da Companhia que não sentisse simpatia por aquele furriel-miliciano equilibrado e sensato.
A estas qualidades acresciam uma esmerada educação e uma apurada sensibilidade. Vou referir duas “histórias”a título de exemplo.
É do conhecimento geral que nos quartéis era normal o uso de uma linguagem que não primava pela elegância, sendo vulgar o uso do palavrão. A excepção na nossa Companhia era o Babo. Quando achava que alguma brincadeira estava a passar das marcas, utilizava uma expressão que nunca mais esqueci: olhava para o “abusador” e dizia-lhe com a sua pronúncia muito característica: “ Vai morder o S. João na pila!”. Note-se que não estou a adoçar a frase, usando um termo diferente; era mesmo assim, com delicadeza, que se expressava.
A sensibilidade manifestou-se, por exemplo, na comemoração do seu primeiro aniversário, em Lucunga.
Cada oficial e cada sargento tinha criado o hábito de, no dia do aniversário, oferecer um jantar com ementa melhorada – normalmente frango de churrasco - a todos os outros oficiais e sargentos.
Era uma ocasião em que o comandante da Companhia, capitão Rubi Marques, quebrava a rigidez do RDM (Regulamento de Disciplina Militar) e, excepcionalmente, autorizava o convívio entre aquelas duas classes, honrando-nos também com a sua presença. Habitualmente, cabia-lhe a tarefa de, em nome de todos, fazer um pequeno discurso de parabéns, que também fez nesse dia.
Depois, foi a vez de o Babo tomar a palavra para agradecer. Ao referir o significado que aquela reunião tinha para ele, frisou que, para todos os efeitos, naquele dia nós éramos a família que substituía a família verdadeira, forçadamente ausente, acentuando que, dadas as circunstâncias, o cap. Rubi Marques era uma espécie de segundo pai.
Foi então que, comovido, o nosso comandante – com fama (e proveito) de militar puro e duro – mostrou a sua faceta mais humanista. Comovido pela sensibilidade natural que o Fernando Babo pusera no discurso que acabava de ouvir, e para não chorar diante de todos nós, levantou-se inopinadamente, abandonou a sala, saltou para uma bicicleta que estava encostada à parede e, a pedalar vigorosamente, saiu do quartel – e da protecção do arame farpado - pela estrada (picada) fora, perante a surpresa de todos.
Acabámos por ir buscar uma viatura e recolhê-lo, por uma questão de segurança.
Era assim o efeito que a delicadeza tocante do Babo produzia nos outros.
Convivi com ele quase diariamente de Setembro de 1964 até Fevereiro de 1966, altura em que o BART 741 foi transferido para o Quanza-Sul. A CArt 738 ficou aquartelada na Gabela, mas o 4º pelotão, a que pertencia a secção que o Babo comandava, foi colocada em Porto Amboim.
Nesse último ano de comissão, apenas convivíamos algumas horas, quando lhe calhava comandar a “coluna” que vinha à Gabela. A excepção foi um mês em que, por troca com o furriel Miranda Dias, estive em Porto Amboim. Voltámos a ter muitas horas de conversa, normalmente sentados em frente ao mar. Era então que falávamos dos dias que custavam a passar e, já casado, ele se queixava das saudades da sua Fernanda.
Terminada a comissão, não voltou connosco. A chamada de familiares, foi para Moçambique com a esposa que, entretanto, se lhe tinha juntado em Luanda.
Embora tivéssemos falado algumas vezes ao telefone, só voltamos a encontrar-nos em Fafe, em 1994, no decorrer de um almoço com outros ex-militares da Cart 738, onde compareceu acompanhado pela esposa.
Esta é a minha homenagem a um amigo. A um Homem bom.


Confraternização de elementos da CCaç 715 (aquartelada na Missão, do Bembe) e da CArt 738
Fernando Babo, ao fundo, com uma garrafa na mão
Carlos Fonseca
CArt 738
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